A obra foi medida pelo cronograma. E o equipamento que ficou parado 3 semanas entre uma frente e outra, foi medido por quem?
Na construção pesada o equipamento é o maior ativo e o menos controlado. Escavadeira, motoniveladora, rolo e caminhão basculante entram na obra pelo orçamento e saem dela pela medição, e entre os 2 momentos ninguém acompanha hora trabalhada, consumo e ociosidade. O resultado é a obra que fecha no cronograma e não fecha na margem. A FB Consult trata cada máquina como um centro de custo com meta.
Equipamento ocioso continua depreciando, pagando seguro e ocupando canteiro. A ociosidade não entra na medição e some do resultado.
Comboio abastece tudo no canteiro. Sem apropriação por frente de serviço, você não sabe qual etapa da obra está consumindo além do orçado.
A locação é contratada pela urgência. A conta que compara a diária do terceiro com o custo por hora da sua máquina nunca é feita.
O que muda de uma vertical para outra é o dado que entra no diagnóstico e o indicador que sai no fim.
Levantamento do que a operação gasta hoje em diesel, pneus, manutenção e pessoas, aberto por veículo e por frente de trabalho.
Você enxerga o custo que hoje vive na médiaAs oportunidades entram em ordem de retorno e de esforço. O que devolve dinheiro rápido e depende só de regra vem primeiro.
Plano com dono, prazo e valor esperadoOs consultores da FB trabalham junto com quem já está na operação. A regra é escrita, treinada e cobrada dentro da rotina.
Método rodando na sua casaNo fim o que fica é o número. Os indicadores da sua vertical passam a ser acompanhados todo mês.
Decisão pelo número, mês após mêsA FB Consult não cria um produto novo para cada setor. São as 5 consultorias que já existem, aplicadas à realidade de custo da sua vertical.
Apropriação de combustível por frente de obra e por equipamento, controle do comboio no canteiro e meta de litro por hora por tipo de máquina.
Controle de pneu de caminhão basculante, de carregadeira e de rodado de obra, que trabalham em piso irregular e desgastam de forma acelerada.
Operador de linha amarela e motorista de basculante: seleção, treinamento de operação que preserva o equipamento e retenção entre obras.
Custo por hora de equipamento, custo de mobilização e desmobilização e a comparação entre máquina própria e locação.
Programa de 90 dias para a construtora que está estruturando a gestão do próprio parque de equipamentos.
Consultoria que termina em relatório não muda nada. O que fica depois do projeto são estes números, medidos todo mês pela sua equipe.
Diesel, manutenção, depreciação e operador num número só. É ele que compara a sua máquina com a diária do locador.
Quanto do tempo disponível a máquina realmente produziu. Mostra ociosidade que a medição da obra esconde.
Apropriação do combustível por etapa de serviço, para comparar com o que foi orçado.
Quanto custa levar e trazer o equipamento entre obras, somando transporte, montagem e tempo parado.
A FB Consult é liderada por Flávio Batista, que passou 13 anos como executivo dentro de embarcadores e transportadores e trabalhou com Shell, Vale e Coca-Cola antes de fundar a consultoria. O maior case documentado de redução de diesel do setor, R$ 21 milhões na Print Transportes, saiu de regra, controle e treinamento, sem a troca de um único caminhão.
Sim. Construtoras, empresas de terraplenagem e pavimentação e operações de obra pesada trabalham com linha amarela, caminhões e leves. Diesel, pneu, manutenção e operador são as mesmas frentes que a FB Consult trabalha há 25 anos, aplicadas ao equipamento de obra.
Somando o custo fixo do equipamento no período, que inclui depreciação, seguro e financiamento, mais o custo variável, que inclui diesel, manutenção, pneu e operador, e dividindo pelas horas efetivamente trabalhadas. Esse número muda muito quando a máquina fica ociosa, e é exatamente por isso que ele é o indicador certo.
Depende da taxa de utilização. Máquina própria com utilização alta costuma sair mais barata que a locação. Máquina que trabalha poucos dias por mês perde para o locador, porque o custo fixo continua correndo. A consultoria monta essa comparação com o seu histórico de horas.
Dá, e é uma das primeiras entregas. O caminho é registrar cada abastecimento com equipamento, horímetro e frente de serviço, e fechar contra o volume que entrou no comboio. Com isso você compara consumo real e consumo orçado por etapa da obra.
Uma frota que come margem não escolhe ramo. Veja como o método chega em cada setor.
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