Sua frota faz 3 trabalhos diferentes: busca matéria-prima, movimenta dentro da planta e entrega o produto. E os 3 estão no mesmo centro de custo.
A agroindústria carrega uma frota mista que quase nunca é olhada como um conjunto. Caminhão de matéria-prima, carreta de distribuição, empilhadeira do pátio e caminhonete de supervisão vivem no mesmo balde contábil, e por isso ninguém consegue dizer quanto custa mover 1 tonelada da lavoura até a doca e da doca até o cliente. Quando esse número aparece, a negociação com o agregado muda de tom no mesmo dia.
Caminhão, carreta, empilhadeira e leve somados num único número. Sem separar, você não sabe qual grupo está comendo a margem.
Sem custo próprio de referência, você não tem como discutir a tabela do terceiro. Ele conhece o custo dele e você não conhece o seu.
Equipamento de refrigeração puxa combustível junto com o motor e raramente entra na meta de consumo do veículo.
O que muda de uma vertical para outra é o dado que entra no diagnóstico e o indicador que sai no fim.
Levantamento do que a operação gasta hoje em diesel, pneus, manutenção e pessoas, aberto por veículo e por frente de trabalho.
Você enxerga o custo que hoje vive na médiaAs oportunidades entram em ordem de retorno e de esforço. O que devolve dinheiro rápido e depende só de regra vem primeiro.
Plano com dono, prazo e valor esperadoOs consultores da FB trabalham junto com quem já está na operação. A regra é escrita, treinada e cobrada dentro da rotina.
Método rodando na sua casaNo fim o que fica é o número. Os indicadores da sua vertical passam a ser acompanhados todo mês.
Decisão pelo número, mês após mêsA FB Consult não cria um produto novo para cada setor. São as 5 consultorias que já existem, aplicadas à realidade de custo da sua vertical.
Meta de consumo separada por grupo de frota, controle de tanque da planta, consumo do equipamento de frio e auditoria de abastecimento.
Controle de vida e recapagem em frota pesada de coleta e distribuição, e política própria para o rodado que só roda dentro da planta.
Seleção, integração e retenção de motorista e operador, incluindo a escala pesada de safra e de turno da indústria.
Custo por tonelada transportada, comparação entre frete próprio e agregado e composição do custo logístico dentro do preço do produto.
Programa de 90 dias para a planta que está montando agora a gestão da própria frota.
Consultoria que termina em relatório não muda nada. O que fica depois do projeto são estes números, medidos todo mês pela sua equipe.
Separado por etapa: matéria-prima até a planta e produto acabado até o cliente.
A comparação direta entre o seu custo real e a tabela que o terceiro cobra, rota a rota.
Caminhão de coleta, carreta de distribuição e leve de apoio passam a ter meta separada.
Empilhadeira e equipamento de pátio parados travam a doca e viram custo de produção.
A FB Consult é liderada por Flávio Batista, que passou 13 anos como executivo dentro de embarcadores e transportadores e trabalhou com Shell, Vale e Coca-Cola antes de fundar a consultoria. O maior case documentado de redução de diesel do setor, R$ 21 milhões na Print Transportes, saiu de regra, controle e treinamento, sem a troca de um único caminhão.
Sim. Usinas, frigoríficos, laticínios, beneficiadoras e fábricas de ração e fertilizante operam frota mista, com caminhão de matéria-prima, carreta de distribuição, empilhadeira e leves de apoio. Todas essas categorias têm diesel, pneu, manutenção e operador, que são as frentes da consultoria.
Calculando o seu custo por tonelada transportada em cada rota e comparando com a tabela do agregado na mesma rota. A conta precisa incluir depreciação, manutenção, diesel, pneu, motorista e ociosidade. Sem esse número a negociação com o terceiro acontece no escuro.
Olha. Empilhadeira, trator de pátio e caminhão de movimentação interna consomem combustível, gastam pneu e param a produção quando quebram. Eles entram na gestão de custo com meta de hora e plano de manutenção próprios.
Entra. Na cadeia de frio o equipamento de refrigeração consome junto com o motor e distorce qualquer meta de quilômetro por litro que não o separe. A consultoria de diesel trata esse consumo como uma linha própria, com meta por hora de operação.
Uma frota que come margem não escolhe ramo. Veja como o método chega em cada setor.
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