A safra é o seu negócio. O diesel, a hora-máquina e a oficina são o custo que decide quanto dela sobra no bolso.
No agronegócio o combustível costuma ser a segunda ou a terceira maior linha de custo da safra, e é a que menos tem controle. O tanque interno abastece trator, colheitadeira, caminhão e caminhonete no mesmo bico, e no fim do mês existe um total, não uma conta. A FB Consult leva para a fazenda a mesma disciplina que aplica na transportadora: consumo medido por equipamento, meta por operação e regra escrita para quem abastece.
Entra nota, sai combustível e a diferença é explicada como evaporação ou erro de anotação. Sem conferência por equipamento, você não sabe o que é consumo e o que é perda.
Colheitadeira parada em janela de plantio custa muito mais que a diária de uma máquina alugada. Esse custo não aparece em nenhuma planilha.
Peça comprada no aperto, no meio da safra, com o trator parado. O preço é o que o fornecedor pedir, e isso vira rotina.
O que muda de uma vertical para outra é o dado que entra no diagnóstico e o indicador que sai no fim.
Levantamento do que a operação gasta hoje em diesel, pneus, manutenção e pessoas, aberto por veículo e por frente de trabalho.
Você enxerga o custo que hoje vive na médiaAs oportunidades entram em ordem de retorno e de esforço. O que devolve dinheiro rápido e depende só de regra vem primeiro.
Plano com dono, prazo e valor esperadoOs consultores da FB trabalham junto com quem já está na operação. A regra é escrita, treinada e cobrada dentro da rotina.
Método rodando na sua casaNo fim o que fica é o número. Os indicadores da sua vertical passam a ser acompanhados todo mês.
Decisão pelo número, mês após mêsA FB Consult não cria um produto novo para cada setor. São as 5 consultorias que já existem, aplicadas à realidade de custo da sua vertical.
Controle do tanque interno, medição por equipamento, plano de abastecimento por operação agrícola e auditoria da compra. É onde o dinheiro da safra vaza mais rápido.
Compra, calibragem e aplicação em pneu agrícola, de caminhão e de utilitário. Pressão errada em pneu agrícola compacta o solo e queima diesel na mesma passada.
Operador de máquina e motorista de caminhão de transbordo entram na mesma lógica: seleção, integração, treinamento e retenção para atravessar a safra com a equipe inteira.
Custo por hectare, custo por hora-máquina, fluxo de caixa entre safras e organização da compra de insumo de manutenção.
Programa de 90 dias para a operação que está estruturando a gestão da frota e do maquinário agora.
Consultoria que termina em relatório não muda nada. O que fica depois do projeto são estes números, medidos todo mês pela sua equipe.
O indicador que traduz combustível em safra. Ele mostra qual talhão, qual máquina e qual operador saem caro.
Soma diesel, manutenção, depreciação e operador. É o número que permite comparar máquina própria com máquina alugada.
Quanto do maquinário está pronto para rodar exatamente na semana em que a janela agronômica abre.
Quanto custa tirar a produção do talhão e levar até o armazém ou a balança.
A FB Consult é liderada por Flávio Batista, que passou 13 anos como executivo dentro de embarcadores e transportadores e trabalhou com Shell, Vale e Coca-Cola antes de fundar a consultoria. O maior case documentado de redução de diesel do setor, R$ 21 milhões na Print Transportes, saiu de regra, controle e treinamento, sem a troca de um único caminhão.
Sim. A FB Consult atende qualquer operação que tenha frota e maquinário pesado, e a fazenda é uma delas. Colheitadeira, trator, pulverizador, caminhão de transbordo e caminhonete têm diesel, pneu, manutenção e operador, que são exatamente as frentes em que a consultoria trabalha há 25 anos.
Com 3 camadas: medição na entrada, com conferência de nota e volume recebido; medição na saída, com registro de bico por equipamento e por operador; e meta de consumo por operação agrícola, em litro por hectare ou litro por hora. Sem a segunda camada não existe controle, porque o total do mês nunca revela onde a perda aconteceu.
Sim, e é assim que a FB Consult trabalha. O maior case documentado do setor, R$ 21 milhões de redução de diesel na Print Transportes, saiu de regra, controle e treinamento, sem troca de frota. Na fazenda o caminho é o mesmo: plano de abastecimento, meta por equipamento, calibragem correta e operador treinado.
Serve, no formato certo. Operação em estruturação começa pela Gestão 360º de Frotas, que é o programa de 90 dias e organiza diesel, pneus, manutenção, pessoas e tecnologia ao mesmo tempo. Operação grande, com gasto alto de diesel, entra nas consultorias específicas.
Uma frota que come margem não escolhe ramo. Veja como o método chega em cada setor.
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